Ciclo Twittado

Siga-me no Twitter

 
Seja avisado sempre que houver novidades no CicloBr
     
notícias sobre a bike:

» Marcia Vive! 1 ano de saudades

» CicloBR na campanha Tô no Clima

» Ciclovia da Marginal Pinheiros – Tudo que você queria saber, mas ninguém conseguia explicar

» Coluna Seu Destak - Vidas, esse é o preço da fluidez

» Porque uma ciclovia nas marginais é tão importante?

» Coluna Seu Destak - A CET não gosta da ciclofaixa

» Coluna Seu Destak - Não se manifeste, vagabundo

» Compensação Ambiental da Nova Marginal irá derrubar 8 mil árvores

» Coluna Seu Destak - Bolão da Marginal: dê o seu lance!

» Coluna Seu Destak - Diga não à fluidez

» Coluna Seu Destak - Que saudades da lei seca

» Coluna Seu Destak - Ciclovia na Marginal: só na Pinheiros

» A Ciclovia da Marginal Pinheiros, finalmente.

» Coluna Seu Destak - Você é a favor da freeway do Serra?

» Coluna Seu Destak - Hoje é o Dia Sem Carro, e daí?

» Ciclofaixa foi desativada. Só esqueceram de avisar os ciclistas

» Nova Marginal, como fazer 89% da população de idiota

» 4º Desafio Intermodal de São Paulo

» Juiza Rodovalho não concede a liminar que pede a paralisação das obras da Nova Marginal

» Coluna Seu Destak - Um dia sem carro

» MP dá parecer favorável à liminar que paralisa obras da Nova Marginal

» A volta do Passeio da Primavera dia 06 de setembro

» São Paulo tem 367 quilômetros de ciclovias... No papel

» Conheça o João Paulo, ele ia de fretado, mas agora vai de carro

» Sindicato dos Arquitetos entram na justiça contra obras da Nova Marginal

» Incrível, a Freeway do Maluf é melhor que a do Serra

» É oficial, a Bicicleta está na Secretaria de Transportes

» Pedal Verde na Marginal Tietê

» Bicicletada Paulistana Junho de 2009 – Arraial na Paulista

» A prefeitura responde por que autorizou a Freeway

» O governo tem VERGONHA da sua Freeway?

» Pedal Verde de Luto

» Ecocídio de uma árvore secular

» O Massacre do MotorSerra

» Vem aí a Freeway do Serra

» Parabéns São Paulo, atingiram sua meta, 300 km de congestionamento

» Secretaria de Transporte cria coordenadoria para bicicletas em São Paulo

» Palestra aos Motoristas de Ônibus de São Paulo

» CET, terrível contra os ciclistas – CONTRA OS CICLISTAS!

» Comprovado – A fluidez motorizada é mais importante que a segurança da população

» Indústria de Multas da CET – Bicicletada Paulistana - Março de 2009

» Povo de São Paulo, jamais cause trânsito, senão a CET manda a conta

» Trânsito bate novo recorde na cidade de São Paulo: motoristas protestam

» Em ação inédita, agente da CETB multa viaturas policiais estacionadas em calçada da Paulista

» WNBR 2009 SP – Muito dinheiro público para “tentar” reprimir a nudez não erotizada

» Série de imagens obscenas

» Valeu a pena ser preso pelado? Valeu sim!!!

» Ei, você aí parado. Não quer pedalar pelado? WNBR 2009. São Paulo, Brasil

» Bicicletada de Fevereiro, atingindo a “Massa Crítica”

» CET de bicicleta?

» Bicicletada da Paz – Janeiro de 2009

» O que é mais perigoso, andar de carro ou de bicicleta?

» Infelizmente a vida continua...

» A Saga de um ciclista que, só queria andar de bicicleta, como manda a lei. Bicicletada Interplanetária 2008. Parte 1

» Bicicletada Interplanetária – São Paulo a Santos de Bicicleta

» Casar ou comprar uma Bicicleta? Duas paixões inseparáveis... Bicicletada de Novembro

» Bruxas e Sacis invadem a Paulista em mais um “Raloim do Saci” - Bicicletada de Outubro

» Entrevista com os candidatos a Prefeitura da Cidade de São Paulo

» Setembro mês da Invasão das Bicicletas - Dia Mundial Sem Carro 2008

» Desafio Intermodal 2008. Bicicletas mais eficientes, para variar.

» Manifesto dos Invisíveis

» Executivos Brasileiros pedalam na Paulista. Bicicletada de Agosto de 2008

» Operação Pomar 2.0 – “O seu Serra”, a ciclovia tá pronta, libera aí vai!!!

» Sorocaba. Uma futura Bogotá Brasileira?

» Pedala Sorocaba – As bicicletas paulistanas invadindo o interior

» Bicicletadas de Julho, integração entre os participantes das duas maiores Bicicletadas do Brasil

» Video da Pedalada Pelada pela Renata Falzoni da ESPN

» Ciclovia da Radial, complicada, mas pelo menos é uma realidade

» Brasília: paraíso dos carros. Homenagem à frota de mais de 1 milhão de automóveis

» Imigrantes e Ecovias. Uma via “ecológica” exclusiva para veículos não ecológicos

» Bicicletada de Junho – A massa cresce, tem vida própria e toma a Cidade de São Paulo

» Operação Pomar, aventura e radicalismo na Selva de Pedra

» Cuidado, no Brasil é muito mais perigoso andar pelado do que matar alguém atropelado

» Uma ciclovia as margens do Rio Pinheiros?

» Brasileiro é apaixonado por carro??? É o cacete, nós gostamos é de Bicicleta!!! Bicicletada de Maio de 2008

» Pedal do Silêncio (Ride of Silence) em São Paulo

» Trânsito no Estilingão, lento para carros e livre para pedestres e ciclistas

» Será que dá para adaptar o Estilingão para ciclistas e pedestres? Claro que dá!

» Veículos inteligentes inauguram a “Ponte Estragada Estaiada”

» Bicicletada do Trabalhador (Abril/08), celebrando quem trabalha sem motor

» Parabéns São Paulo por mais um monumento ao congestionamento e a segregação. Seja bem vindo "Estilingão"!!!

» Agora também tem Bicicletada em Belo Horizonte!!!

» 100 carro incomodam muita gente. 100 bicicletas não incomodam, não incomodam, quase nada. Bicicletada de Março

» Ciclovias de São Paulo - O que existe (praticamente nada) e que o futuro nos reserva

» Bicicletada de fevereiro, a caminho dos 4 dígitos

» São Paulo ganhou o presente de aniversário mais sonhado pela grande maioria da população. Muitas bicicletas! - Bicicletada Janeiro de 2008

» A Bicicletada de dezembro e as sextas de bike. Prenúncio para 2008

» Bicicleta em São Paulo é recolhida pela Prefeitura como se fosse lixo

» A primeira Ghost Biker Paulistana - Bicicletada 11/07

» Carro não gosta nem de Carro!!!

» Bicicletada "Raloim do Saci"- Outubro de 2007

» Confira a Bicicletada das Crianças que rolou no dia 12 de outubro de 2007.

» Dia Sem Carro na Cidade de São Paulo - Setembro de 2007

» Resultados do 2º Desafio Intermodal de São Paulo

» É Proibido Proibir. BicicletÁrio Virtual vai virar real segundo a CPTM

» Bicicletário Virtual na Estação da CPTM em Santo André

» Bicicletada dos Executivos - Agosto de 2007

» Inauguração do Bicicletário da EMTU em São Bernardo do Campo

» Assista o vídeo da bicicletada de Maio de 2007

» Manifestação Pró - Bicicletário. Primeiro Bicicletário no Metrô da Cidade de São Paulo

» Inauguração do Primeiro Bicicletário no Metrô da Cidade
de São Paulo


» O meu dia de bike no Metrô
(video do quase atropelamento pelo ônibus)


» Audiência com o Prefeito Kassab

» O dia na Vaga Viva

» Bicicletada do Dia sem Carro 2006

» Saiba como foi a aventura da ciclista que chegou 3 minutos atrás da moto no Desafio Intermodal

» Quem venceu o Desafio Intermodal? A moto? A bicicleta? O carro? O Pedestre?

» Dia 20 de setembro, o primeiro desafio Intermodal da cidade de São Paulo.

Bike Lá Fora:

» Japão, educação, consciência e muito bom senso sobre duas rodas.

» China, um caos com uma boa dose de organização.

» Amsterdã, uma cidade que se move sobre duas rodas.

» Londres, pedalando entre a névoa da cidade.

Antiguinhas:

» O Meu dia sem Carro 2005 – Ciclistas invadem a Câmara de vereadores de São Paulo.

» Caso USP – Um exemplo que não podemos seguir.

Juiza Rodovalho não concede a liminar que pede a paralisação das obras da Nova Marginal

16/09/2009

Especial Freeway - Durante toda a fase de obras da Freeway da Marginal Tietê traremos informações mostrando todo lado negativo dessa obra.

Mais uma prova que nem sempre dá para contar com a justiça para coibir injustiças ou tratoradas por parte do governo. Infelizmente nossos governantes não conseguem entender que “Mão de Ferro” não é o mesmo de empurrar o que eles querem na nossa goela sem discutir com a sociedade.

Aqui vou transcrever e questionar ponto a ponto a decisão da Juiza Maria Fernanda  de  Toledo  Rodovalho e colocar minhas considerações sobre a decisão. Tirem suas conclusões e opinem também.


Juiz(a) de Direito: Dr(a). Maria Fernanda de Toledo Rodovalho

Vistos.

Na presente ação civil pública, buscam as autoras e com aparecer favorável do Ministério Público que se suspendam as obras de ampliação da marginal do Rio Tietê.

Dizem as entidades civis que os réus, Estado de São Paulo, Prefeitura do Município e Dersa Desenvolvimento Rodoviário S. A., não se ativeram às exigências legais e, ferindo diversas normas (inclusive aquelas atinentes às consultas públicas, à necessidade de manifestação de órgãos estaduais, à proteção das espécies arbóreas da marginal), deram início a obras que hão de ter impacto ambiental negativo em área superior à do Município, já que os efeitos da intervenção repercutem em toda a região da microbacia do Tietê.

A apreciação do pedido de liminar se fez preceder de oportunidade para que os réus prestassem informações.

A essas informações seguiu-se o parecer do Ministério Público, favorável, conforme se mencionou, à suspensão das obras.

O pedido de concessão de tutela não pode ser analisado sob o prisma do perigo da demora, porque o perigo é de igual intensidade na visão de ambas as partes: de um lado, dizem as autoras, a continuidade das obras inviabiliza o efeito prático da procedência. Argumentam os réus, por seu lado, que a paralisação compromete o interesse público.

“que a paralisação compromete o interesse público”, que interesse público? O que está sendo questionado é justamente que a obra não é de interesse público, pelo menos não foi debatida na sociedade e nem se sabe se realmente é de interesse público.


Portanto, o risco não é a determinante da concessão da tutela.
Com relação à aparência do bom direito, algumas observações devem ser feitas.

A discussão das autoras no que toca à regularidade das obras é construída sobre duas bases de qualidade distintas. Dizem as autoras que o motivo das obras (desafogar o trânsito) desconsidera o impacto ambiental da intervenção. Além disso, relativamente ao aspecto formal, não foram atendidos os requisitos legais de convocação para audiências, de manifestação de órgãos técnicos.

O primeiro fundamento motivo das obras não pode ser considerado para determinar a suspensão.

Isso porque, ainda que o Judiciário possa e deva analisar a regularidade dos atos públicos, há um núcleo intangível, que é o núcleo da escolha política. Esse núcleo não pode ser subtraído do Executivo e, muito menos, gerenciado pelo Judiciário.

A se aceitar a redução da discricionariedade à legalidade, a definição da política passa a ser feita por grupos juridicamente aparelhados para levar seus interesses aos Tribunais. Se assim ocorrer, põe-se por terra todos os princípios atinentes à representação política e desfaz-se a noção que dá fundamento ao Estado Brasileiro.

Essa afirmação pode parecer meramente teórica, mas o resultado prático é evidente: se as políticas públicas forem gerenciadas pelo Judiciário, subtrai-se da maior parte da população todo o direito de interferência.

Por isso, mesmo que se aceitem como corretas as alegações das autoras de que os recursos que essas obras demandam produziriam resultados mais efetivos se o foco fosse a melhoria do sistema de transportes públicos, não se pode, com esse argumento, conceder a tutela.

Aqui temos um detalhe que considero gravíssimo. Para a juíza, o sindicato dos Arquitetos e as demais ONGs que assinam a ação não são consideradas como parte do povo e sim um “grupo juridicamente aparelhado”, em nenhum momento questionou o aparelhamento jurídico do estado.

Sobre a decisão política da obra, nem vou me aprofundar, pois o que queríamos era justamente questionar toda essa pressa para a obra ficar pronta antes de março, quando é de conhecimento público que nosso governador irá se afastar para sua campanha a presidência.


O uso de recursos públicos para intervenção na marginal em lugar de fomentar o transporte coletivo é matéria de decisão política e que há de ser avalizado também pela forma política.

Não é bem assim, na ação há um questionamento legal sobre a opção por essa obra e não pelas previstas no Plano Diretor, que não é decisão política e sim uma lei que “em tese”, deveria ser cumprida. O Estado diz que não tem dinheiro para fazer as obras do Plano Diretor, mas tem dinheiro para fazer essa obra que não consta no plano. A quem recorrer então para que o estado cumpra a lei? A justiça? Só se for a divina.

Nessa linha de raciocínio cabe o trecho reproduzido no parecer do Ministério Público: São Paulo se reconstrói, muitas vezes com prejuízo de sua história. No entanto, a cidade é viva. Seus habitantes têm, respeitado o limite legal, o poder democrático de decidir pela reconstrução, tal qual como é feita.

A população foi consultada para dizer se é a favor ou não dessa obra? Mais abaixo verá que não, então como ela pode dizer que é isso que a cidade quer?

E, adentrando-se à questão do limite legal que, a propósito, é exatamente o segundo fundamento para o pedido de tutela , não se observa, nesta primeira leitura infração a normas referentes a procedimentos.

Dizem as autoras que a obra tem impacto ambiental que supera o interesse do Município. No entanto, o Estado, chamado a se manifestar, nega que assim seja.

A bem da verdade, houve, sim, estudo de impacto ambiental. O que ocorre é que as autoras pretendem que se declare que esse estudo é insuficiente.

No entanto, há três fatores que impedem que, em cognição sumária assim se reconheça: o Estado não se mostra interessado, há necessidade pública da obra e o estudo, ato administrativo típico, goza de presunção de legalidade.

Dentro do interesse público do Município, foram atendidos a todos os requisitos legais para que as obras fossem iniciadas: houve audiência pública, houve manifestação dos órgãos técnicos, são favoráveis os estudos de impacto ambiental.

Primeiro lugar o estado não tem que se mostrar interessado em fazer o Estudo de Impacto Ambiental. ELE TEM QUE FAZER e pronto, como manda a lei. Inclusive o Estado já se manifestou responsável pelo estudo como mostra esse trecho do Diário Oficial colado abaixo.


Retirado do Diário Oficial Poder Executivo - Seção I, do dia 3 de abril de 2007

Essa prova está nos autos, mas foi ignorada pela Juíza.

Houve uma audiência pública apenas e para ter uma idéia do quanto ela foi divulgada, compareceram apenas 4 pessoas da sociedade civil. Pela lei ela tem que ser divulgada em jornais de grande circulação mas alguém ninguém viu algo? Na resposta do governo, eles até mandaram uma texto de 10 centímetros, dizendo que saiu no Estadão, não informaram em que página nem o dia convocando para a audiência. Procuramos e não achamos.

Se o governo quisesse abrir um debate sobre o tema, com certeza poderia fazer muito mais que isso, como faz hoje por exemplo, para fazer propaganda da obra tem um site e até twitter. Porque não fez esse site ANTES da obra ser licitada? Aliás, um site que na área de clipping, ignora matérias que falam mal da obra, ou seja, de imparcial não tem nada.

Junto com o processo há um parecer técnico de uma comissão da IAB, Institutos dos Arquitetos do Brasil, questionando tecnicamente a obra. Não há pareceres oficiais a favor da obra, apenas trabalhos técnicos contratados pelo governo. Não há nenhum parecer de algum órgão autônomo que chancelaria a obra, apenas pareceres das partes interessadas.


Por fim, mas ainda a respeito do impacto ambiental, os réus mostram que remoção de árvores é compensável. Já a impermeabilização do solo (que é um efeito inegável), quando se pensa no total da área atingida, os números são expressivos, mas essa consideração é parcial. A área impermeabilizada há de ser pensada como percentual (e as dimensões do impacto se reduzem) e passível de correção (fls. 739).


Moacyr Lopes Junior/ Folha Imagem - Notem como a área da direita que nem virou asfalto ainda já ajuda na drenagem

Ai, ai... A obra nem foi concluída e já tivemos enchente, aliás, só não encheu a área que ainda não foi impermeabilizada. Quando ela diz que percentualmente a área impermeabilizada é insignificante, é porque 19 hectares equivalem a 0,0006% da bacia do Tietê que tem mais de 1.100 kms de extensão. Aqui ela mesma se contradiz. Diz que a obra é de impacto local, como diz o governo e aceita uma comparação com toda a extensão do rio.


Isso não quer dizer que os argumentos dos réus se sobrepõem aos das autoras. A análise só conduz à conclusão de que os argumentos das autoras não são o bastante para, nesta primeira análise, formar a convicção de irregularidade no procedimento.
Isto posto, indefiro o pedido de liminar.

Citem-se os réus com as cautelas de praxe.

Int.
São Paulo, 11 de setembro de 2009.
MARIA FERNANDA DE TOLEDO RODOVALHO
Juíza de Direito

Outro detalhe que foi ignorado pela mesma Juíza que em tese, diz que as alegações são subjetivas e não tem base na lei. Acontece que na ação há um questionamento sobre o desrespeito a lei das ciclovias, que obriga todas as obras de novas avenidas, ou reformas, a preverem a construção de ciclovias.

Isso É LEI e esta sendo claramente ignorada pela Juíza, que nem se deu ao trabalho de cobrar o cumprimento dela. Ou seja, nem adianta a gente contar com a justiça para que essa lei seja cumprida, pois pelo visto, para ela, os problemas dos ciclistas são menores que os “benefícios” que essa obra trará para a cidade..

André Pasqualini


Especial Freeway:

» Compensação Ambiental da Nova Marginal irá derrubar 8 mil árvores

» Nova Marginal, como fazer 89% da população de idiota

» Juiza Rodovalho não concede a liminar que pede a paralisação das obras da Nova Marginal

» MP dá parecer favorável à liminar que paralisa obras da Nova Marginal

» Sindicato dos Arquitetos entram na justiça contra obras da Nova Marginal

» Incrível, a Freeway do Maluf é melhor que a do Serra

» Pedal Verde na Marginal Tietê

» A prefeitura responde por que autorizou a Freeway

» O governo tem VERGONHA da sua Freeway?

» Pedal Verde de Luto

» Ecocídio de uma árvore secular

» O Massacre do MotorSerra

» Vem aí a Freeway do Serra


   Campanha “1 Dia Apenas Sem Carro 2005” . todos os direitos reservados.